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Vamos falar de negócios: empresas do Simples Nacional já podem solicitar a renegociação de débitos! | ContReal

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Simples Nacional: Empresas já podem solicitar renegociação de débitos

Contabilidade em São Paulo | ContReal

Portaria da PGFN publicada no Diário Oficial estabelece condições para transação de débitos do Simples Nacional.

O Diário Oficial da União publicou nesta quinta-feira, 6, a Portaria 18.731 da Procuradoria Geral da Fazenda Nacional que estabelece regras para a transação excepcional de débitos do Simples Nacional.
A medida vale para microempresas empresas de pequeno porte possuem condições de efetuar o pagamento integral dos débitos inscritos em dívida ativa da União, considerando o impacto da pandemia causada pelo coronavírus.
O texto prevê parcelamentos e possibilidade de descontos para empresas que estão em recuperação judicial ou falência.

Condições transação tributária

Os débitos inscritos em dívida ativa da União, poderão ser transacionados mediante o pagamento, a título de entrada, de valor mensal equivalente a 0,334% do valor consolidado dos créditos transacionados, durante 12 meses.
O restante da dívida terá redução de até 100% do valor dos juros, das multas e dos encargos-legais, observado o limite de até 70% sobre o valor total de cada crédito objeto da negociação, em até 133 parcelas mensais e sucessivas, sendo cada parcela determinada pelo maior valor entre 1% da receita bruta do mês imediatamente anterior, apurada na forma do art. 12 do Decreto-Lei n. 1.598/77. Vale ressaltar que o valor das parcelas previstas não será inferior a R$ 100.

Como solicitar renegociação

A transação excepcional na cobrança de débitos do Simples Nacional, inscritos em dívida ativa da União, será realizada exclusivamente por adesão à proposta da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, através do acesso ao portal REGULARIZE disponível na rede mundial de computadores (www.regularize.pgfn.gov.br), mediante prévia prestação de informações pelo interessado.
No ato de adesão, o contribuinte terá conhecimento de todas as inscrições passíveis de transação e deverá indicar aquelas que deseja incluir no acordo.
Para conseguir o crédito, o contribuinte deverá prestar as informações necessárias e aderir à proposta de transação excepcional formulada pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional até 29 de dezembro de 2020.
Confira a Portaria na íntegra.
Fonte: Contábeis
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A SERVIÇOS CONTÁBEIS REAL, atualmente a Rua Engenheiro Prudente, nº 465, Vila Monumento – São Paulo, nasceu em 1978, através da união dos Sr. LUIZ FERNANDO ALVES DE LIMA, e Sr. CARLOS MARIJAS, já colegas de trabalho no ramo de Contabilidade em São Paulo, com o intuito empreendedor de constituir uma empresa de SERVIÇOS CONTABEIS, diferente das existentes até então, mais ágil, profissional e comprometida com os interesses de nossos clientes. E foi assim ao longo dos mais de 40 anos que imbuídos desta filosofia, aliada a constante busca pela atualização e melhorias dos serviços através da tecnologia e inovação chegamos onde estamos.
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Contra-Economia

Contra-Economia é um termo originalmente utilizado por Samuel Edward Konkin III e Neil J. Schulman, ativistas teóricos libertários. Konkin definiu a contra-economia como “o estudo e/ou prática de toda ação humana pacífica que é proibida pelo Estado.” A contra-economia foi integrada na prática agorista de Konkin, para formar o Agorismo uma variante revolucionária do anarquismo de mercado.
Bob Dylan têm uma música que diz: “…para viver fora da lei você precisa ser honesto”, e esta é a essência da contra economia, os contra-economistas podem fazer coisas tecnicamente “incorretas”, talvez não legalmente corretas, mas estão fazendo isso por um propósito individual que em sua concepção é ético.
O conceito de contra-economia também é usado em um sentido distinto, mas indiscutivelmente compatível em referir-se ao abordar a justiça social e a questão da sustentabilidade em um contexto de mercado, apesar de ser um modo mais geral de Anti-establishment, em vez de explicitamente ilegal.
Em ambos os sentidos, pode-se incluir formas não-monetárias de troca, como uma economia de escambo, ou uma economia da dádiva, e o uso de moedas não reguladas como bitcurrency (litecoin, bitcoin, darkcoin etc..), ouro e prata.
As primeiras apresentações da teoria da contra-economia foram feitas por Samuel Konkin III em duas conferências organizadas por J. Neil Schulman, CounterCon I em 1974 e CounterCon II em 1975, ambas realizadas em Cheshire, Connecticut. Outros oradores nestas conferências inclúem Robert LeFevre, Kenneth Kalcheim e Dennis Turner.
O primeiro livro a retratar a contra-economia como uma estratégia para se alcançar uma sociedade libertária foi Alongside Night de Schulman, publicado em 1979.
O agorismo de Konkin, como exposto em seu Novo Manifesto Libertário , postula que o método correto para alcançar uma sociedade anarquista de livre-mercado é através da advocacia e do crescimento da economia subterrânea, ou “mercado negro” — a “contra-economia” como coloca Konkin — até o ponto em que percebe-se que o Estado como autoridade moral e poder total foi tão profundamente minado que a revolução anarquista de mercado e as empresas de segurança podem surgir do subsolo e, finalmente, suprimir governo como uma atividade criminal (com a tributação sendo tratada como roubo, e guerra sendo tratada como genocídio, etc).
“A Contra-Economia é a soma de toda a ação humana não-agressiva que é proibida pelo Estado. […] A Contra-Economia inclui o mercado livre, o mercado negro, a “economia subterrânea”, todos os atos de desobediência civil e social, todos os atos de associações proibidas (sexual, racial, inter-religioso), e todo os resto que o Estado, em qualquer lugar ou tempo, opta por proibir, controlar, regular, tributar, ou tarifar. A Contra-Economia exclui toda a ação aprovada pelo Estado (o “Mercado Branco”) e o Mercado Vermelho (violência e roubo não aprovados pelo Estado).”
A contra-economia também admite a libertação imediata do controle estatal, em qualquer nível prático, mediante a aplicação da lógica empresarial para decidir racionalmente quais as leis que discretamente quebra e quando o faz. O princípio fundamental é o comércio de risco para o lucro, embora “lucro” possa se referir a qualquer ganho de valor percebido, não só ganhos estritamente monetários (como uma conseqüência da teoria do valor subjetivo).
Das práticas de contra-economia incluem-se:
1- Evasão Fiscal;
2- Contrabando;
3- Tráfico de drogas;
4- Agricultura urbana/subsistência;
5- Contratar ou ser contratado com condições e salários dignos imigrantes ilegais;
6- Trocas e uso de moedas alternativas;
7- Tráfico de armas;
Mercado Negro…Cinza e vermelho:
O Agorismo se baseia na prática consciente da contra-economia e uso de mercados negros, portanto e necessário pontuar o que é um mercado negro e o que significa a prática consciente do mesmo.
Mercado Negro:
O Mercado Negro é a parte da economia ativa que envolve transações ilegais, geralmente de compra e venda de mercadorias ou serviços. As mercadorias podem ser por si próprias ilegais (por exemplo armas ou drogas); a mercadoria pode ser roubada; ou pode ser vendida de outra maneira para evitar impostos, pagamentos ou exigências, tais como cigarros ou armas de fogo. É chamado de “economia negra” ou o “mercado negro” porque são conduzidos fora da lei, e assim são conduzidos necessariamente “na obscuridade”, fora da vista do estado regulador. Os mercados negros aparecem quando o Estado coloca limitações na produção ou na provisão dos bens e dos serviços e prosperam quando as limitações do estado são pesadas, como durante um período de proibição, controle de preços ou racionamento, o mercado negro surge para suprir demandas proibidas legalmente pelo estado.
A prática consciente Agorista visa apenas as práticas do Mercado Negro pacificas que não envolva violação de autonomia ou inicio de uma agressão a terceiros e envolvidos direta ou indiretamente, no entanto de uma forma geral o Mercado Negro engloba os mercados cinza e vermelhos que nem sempre estão de acordo com a prática agorista.
Mercado cinza:
Um mercado cinza, ou mercado paralelo, é o comércio de uma mercadoria por meio de canais de distribuição que, embora legais , são não-oficiais , não autorizados, ou não intencionais pelo fabricante original . O tipo mais comum de mercado cinza é a venda de bens importados (trazido por pequenas empresas de importação ou pessoas não autorizadas pelo fabricante) que de outra forma seria mais caro do país estão sendo importados legal com a cobrança de impostos. Um exemplo são drogas que estão sendo importados para as nações mais ricas nas proximidades onde o distribuidor local da droga cobra um preço mais elevado por um produto similar ou equivalente.
Mercados cinzas podem também ser descritos como o comércios de produtos legais obtidos de formas ilegais como por exemplo a venda ou contrabando de obras de artes extraviadas ou produzidas e distribuídas sem a cobrança de tributos.
No entanto o surgimento do termo refere-se aos trabalhadores que são pagos “por baixo dos panos”, sem recolher imposto de renda ou contribuição para tais serviços públicos. É por vezes referido como a economia subterrânea ou “economia paralela”.
Os dois principais tipos de mercados de cinza são as de produtos manufaturados importados que normalmente seriam indisponíveis ou mais caro em um determinado país e ações não emitidos que ainda não são negociados em mercados oficiais. Às vezes, o termo mercado negro é usado para descrever a negociação secreta e não regulamentado (embora muitas vezes tecnicamente legal) de futuros de commodities, como aconteceu com o petróleo bruto em 2008. Isso pode ser considerado um terceiro tipo de “mercado cinza” , uma vez que é legal, mas não regulamentado, e provavelmente não intencional ou explicitamente autorizada pelos produtores de petróleo.
Mercados Cinzas são amplamente descritos e estimulados pelo Agorismo, embora muitas de suas atividades sejam consideradas crime em grande parte do mundo.
Venda de produtos em camelos não regulados pelo estado, ou sem licença são considerados práticas de mercados cinzas e são vistas pelos Agoristas como práticas legitimas em um livre-mercado.
Mercado Vermelho:
Mercados vermelhos são a práticas ilegais que por vezes podem significar serviços que violam a autonomia de uma pessoa ou significam iniciar agressões contra terceiros, os serviços de assassinatos são uma exemplo de mercado vermelho, Agoristas não praticam e se afastam de práticas como esta vendo-as como prática que foje do principio de prática consciente da contra-economia atravez de mercados negros, no entanto não são todos as práticas “vermelhas” que são vistas com aversão por Agoristas, a venda voluntária de orgãos por exemplo, uma vez que uma pessoa escolhe remover e vender voluntariamente orgãos ou até mesmo leite materno para suprir necessidades de outras pessoas não devem ser impedidas, deve ficar atento que venda voluntária de orgãos se dá pela escolha consciente do portador do orgão, o que é bem diferente do roubo ou tráfico de orgãos na qual o paciente é involuntariamente sedado e tem o orgão removido contra sua vontade, resume-se então que práticas vermelhas que envolvem coerção ou violência de qualquer espécie contra outras pessoas é repudiada por agoristas por não ser uma prática consciente da contra-economia e práticas vermelhas pacificas e voluntárias que beneficiara as duas partes ou o receptor mantendo o voluntário indiferente são bem-vindas pelo agorismo.
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Contra-Economia

Contra-Economia é um termo originalmente utilizado por Samuel Edward Konkin III e Neil J. Schulman, ativistas teóricos libertários. Konkin definiu a contra-economia como “o estudo e/ou prática de toda ação humana pacífica que é proibida pelo Estado.” A contra-economia foi integrada na prática agorista de Konkin, para formar o Agorismo uma variante revolucionária do anarquismo de mercado.
Bob Dylan têm uma música que diz: “…para viver fora da lei você precisa ser honesto”, e esta é a essência da contra economia, os contra-economistas podem fazer coisas tecnicamente “incorretas”, talvez não legalmente corretas, mas estão fazendo isso por um propósito individual que em sua concepção é ético.
O conceito de contra-economia também é usado em um sentido distinto, mas indiscutivelmente compatível em referir-se ao abordar a justiça social e a questão da sustentabilidade em um contexto de mercado, apesar de ser um modo mais geral de Anti-establishment, em vez de explicitamente ilegal.
Em ambos os sentidos, pode-se incluir formas não-monetárias de troca, como uma economia de escambo, ou uma economia da dádiva, e o uso de moedas não reguladas como bitcurrency (litecoin, bitcoin, darkcoin etc..), ouro e prata.
As primeiras apresentações da teoria da contra-economia foram feitas por Samuel Konkin III em duas conferências organizadas por J. Neil Schulman, CounterCon I em 1974 e CounterCon II em 1975, ambas realizadas em Cheshire, Connecticut. Outros oradores nestas conferências inclúem Robert LeFevre, Kenneth Kalcheim e Dennis Turner.
O primeiro livro a retratar a contra-economia como uma estratégia para se alcançar uma sociedade libertária foi Alongside Night de Schulman, publicado em 1979.
O agorismo de Konkin, como exposto em seu Novo Manifesto Libertário , postula que o método correto para alcançar uma sociedade anarquista de livre-mercado é através da advocacia e do crescimento da economia subterrânea, ou “mercado negro” — a “contra-economia” como coloca Konkin — até o ponto em que percebe-se que o Estado como autoridade moral e poder total foi tão profundamente minado que a revolução anarquista de mercado e as empresas de segurança podem surgir do subsolo e, finalmente, suprimir governo como uma atividade criminal (com a tributação sendo tratada como roubo, e guerra sendo tratada como genocídio, etc).
“A Contra-Economia é a soma de toda a ação humana não-agressiva que é proibida pelo Estado. […] A Contra-Economia inclui o mercado livre, o mercado negro, a “economia subterrânea”, todos os atos de desobediência civil e social, todos os atos de associações proibidas (sexual, racial, inter-religioso), e todo os resto que o Estado, em qualquer lugar ou tempo, opta por proibir, controlar, regular, tributar, ou tarifar. A Contra-Economia exclui toda a ação aprovada pelo Estado (o “Mercado Branco”) e o Mercado Vermelho (violência e roubo não aprovados pelo Estado).”
A contra-economia também admite a libertação imediata do controle estatal, em qualquer nível prático, mediante a aplicação da lógica empresarial para decidir racionalmente quais as leis que discretamente quebra e quando o faz. O princípio fundamental é o comércio de risco para o lucro, embora “lucro” possa se referir a qualquer ganho de valor percebido, não só ganhos estritamente monetários (como uma conseqüência da teoria do valor subjetivo).
Das práticas de contra-economia incluem-se:
1- Evasão Fiscal;
2- Contrabando;
3- Tráfico de drogas;
4- Agricultura urbana/subsistência;
5- Contratar ou ser contratado com condições e salários dignos imigrantes ilegais;
6- Trocas e uso de moedas alternativas;
7- Tráfico de armas;
Mercado Negro…Cinza e vermelho:
O Agorismo se baseia na prática consciente da contra-economia e uso de mercados negros, portanto e necessário pontuar o que é um mercado negro e o que significa a prática consciente do mesmo.
Mercado Negro:
O Mercado Negro é a parte da economia ativa que envolve transações ilegais, geralmente de compra e venda de mercadorias ou serviços. As mercadorias podem ser por si próprias ilegais (por exemplo armas ou drogas); a mercadoria pode ser roubada; ou pode ser vendida de outra maneira para evitar impostos, pagamentos ou exigências, tais como cigarros ou armas de fogo. É chamado de “economia negra” ou o “mercado negro” porque são conduzidos fora da lei, e assim são conduzidos necessariamente “na obscuridade”, fora da vista do estado regulador. Os mercados negros aparecem quando o Estado coloca limitações na produção ou na provisão dos bens e dos serviços e prosperam quando as limitações do estado são pesadas, como durante um período de proibição, controle de preços ou racionamento, o mercado negro surge para suprir demandas proibidas legalmente pelo estado.
A prática consciente Agorista visa apenas as práticas do Mercado Negro pacificas que não envolva violação de autonomia ou inicio de uma agressão a terceiros e envolvidos direta ou indiretamente, no entanto de uma forma geral o Mercado Negro engloba os mercados cinza e vermelhos que nem sempre estão de acordo com a prática agorista.
Mercado cinza:
Um mercado cinza, ou mercado paralelo, é o comércio de uma mercadoria por meio de canais de distribuição que, embora legais , são não-oficiais , não autorizados, ou não intencionais pelo fabricante original . O tipo mais comum de mercado cinza é a venda de bens importados (trazido por pequenas empresas de importação ou pessoas não autorizadas pelo fabricante) que de outra forma seria mais caro do país estão sendo importados legal com a cobrança de impostos. Um exemplo são drogas que estão sendo importados para as nações mais ricas nas proximidades onde o distribuidor local da droga cobra um preço mais elevado por um produto similar ou equivalente.
Mercados cinzas podem também ser descritos como o comércios de produtos legais obtidos de formas ilegais como por exemplo a venda ou contrabando de obras de artes extraviadas ou produzidas e distribuídas sem a cobrança de tributos.
No entanto o surgimento do termo refere-se aos trabalhadores que são pagos “por baixo dos panos”, sem recolher imposto de renda ou contribuição para tais serviços públicos. É por vezes referido como a economia subterrânea ou “economia paralela”.
Os dois principais tipos de mercados de cinza são as de produtos manufaturados importados que normalmente seriam indisponíveis ou mais caro em um determinado país e ações não emitidos que ainda não são negociados em mercados oficiais. Às vezes, o termo mercado negro é usado para descrever a negociação secreta e não regulamentado (embora muitas vezes tecnicamente legal) de futuros de commodities, como aconteceu com o petróleo bruto em 2008. Isso pode ser considerado um terceiro tipo de “mercado cinza” , uma vez que é legal, mas não regulamentado, e provavelmente não intencional ou explicitamente autorizada pelos produtores de petróleo.
Mercados Cinzas são amplamente descritos e estimulados pelo Agorismo, embora muitas de suas atividades sejam consideradas crime em grande parte do mundo.
Venda de produtos em camelos não regulados pelo estado, ou sem licença são considerados práticas de mercados cinzas e são vistas pelos Agoristas como práticas legitimas em um livre-mercado.
Mercado Vermelho:
Mercados vermelhos são a práticas ilegais que por vezes podem significar serviços que violam a autonomia de uma pessoa ou significam iniciar agressões contra terceiros, os serviços de assassinatos são uma exemplo de mercado vermelho, Agoristas não praticam e se afastam de práticas como esta vendo-as como prática que foje do principio de prática consciente da contra-economia atravez de mercados negros, no entanto não são todos as práticas “vermelhas” que são vistas com aversão por Agoristas, a venda voluntária de orgãos por exemplo, uma vez que uma pessoa escolhe remover e vender voluntariamente orgãos ou até mesmo leite materno para suprir necessidades de outras pessoas não devem ser impedidas, deve ficar atento que venda voluntária de orgãos se dá pela escolha consciente do portador do orgão, o que é bem diferente do roubo ou tráfico de orgãos na qual o paciente é involuntariamente sedado e tem o orgão removido contra sua vontade, resume-se então que práticas vermelhas que envolvem coerção ou violência de qualquer espécie contra outras pessoas é repudiada por agoristas por não ser uma prática consciente da contra-economia e práticas vermelhas pacificas e voluntárias que beneficiara as duas partes ou o receptor mantendo o voluntário indiferente são bem-vindas pelo agorismo.
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Como Escolher as Mídias para campanhas de marketing digital

Como Escolher as Mídias para campanhas de marketing digital
Ao planejar uma campanha surgem as dúvidas: quando usar Google Ads, Facebook Ads, e-mail marketing, automação e outras mídias? Para determinar a melhor estratégia, alguns fatores influenciam, como: amplitude do orçamento disponível, experiência do produto no mercado, perfil do público, modelo comercial e maturidade digital da empresa.
A escolha dos canais de marketing corretos é a base para o sucesso da estratégia de marketing digital. Um erro muito comum ao escolher os canais de marketing (mídias) é utilizar o método “empírico”.

O que é método empírico?

“Empírico é um fato que se apoia somente em experiências vividas, na observação de coisas, e não em teorias e métodos científicos. Empírico é aquele conhecimento adquirido durante toda a vida, no dia-a-dia, que não tem comprovação científica nenhuma. Método empírico é feito através de tentativas e erros, é caracterizado pelo senso comum, e cada um compreende à sua maneira. O conhecimento empírico é muitas vezes superficial, sensitivo e subjetivo. É conhecimento baseado em uma experiência vulgar ou imediata, não metódica e que não foi interpretada e organizada de forma racional.” O antônimo de empírico é “rigoroso”, “preciso” ou “exato”. Fonte: significados
Veja algumas situações onde o método empírico é utilizado no marketing digital. Já presenciou algum caso assim?
  1. Preferências do analista de marketing por conhecer melhor determinadas plataformas. Exemplo: sua experiência mais relevante era marketing de conteúdo, então coloca esta opção como prioridade total na estratégia da nova empresa.
  2. Preferências pessoais dos gestores, proprietários ou analista. Exemplo: o responsável pela estratégia usa mais a rede social “A” no seu dia a dia para fins pessoais. Por isso, quer ver sua empresa “bombando” nesta plataforma, pois acredita que seu público é como ele.
  3. Influenciado por determinada marca de plataforma digital que segue. Exemplo: o empreendedor segue a “marca A” de plataforma de automação, e tem pouco engajamento com as plataformas “B” de anúncios e “C” de redes sociais. Então coloca este ferramenta como centro da estratégia.
Estes cenários são mais comuns do que se imagina, e o “achismo” leva muitos negócios ao fracasso. Quando descobrem o erro já é tarde demais, muitos recursos e tempo foram perdidos. E agora os concorrentes já dominaram o cenário digital, ficando mais caro ou até mesmo impossível superá-los com os recursos disponíveis.

Criando um método científico para escolher canais de alcance

Criamos um método científico e uma ferramenta para auxiliar o planejamento de campanhas. Assim é possível acelerar o aprendizado e realizar campanhas de sucesso rapidamente. É um excelente ponto de partida, uma inspiração para sua estratégia. Conforme o avanço da maturidade digital da sua empresa, será possível utilizar dados, experiência e processos para personalizar este método e atingir resultados ainda melhores.

Tipos de mídias digitais para alcançar, atrair, encantar e converter

O método científico vai trabalhar sobre as mídias de alcance. Por isso é fundamental entender o conceito de jornada digital da publicação e os tipos de canais de marketing.

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Caso tenha dúvidas, leia antes:
Só há um erro pior que escolher as mídias de alcance erradas: é escolher uma mídia com outra finalidade para o papel de alcançar. Nos conceitos citados acima exemplificamos os tipos de mídia para não haver dúvidas.
Exemplo: a empresa faz um investimento pesado para criar vídeos para seu canal no Youtube, com o objetivo de atrair mais clientes, e acaba com todos os recursos, ficando sem orçamento para executar campanhas de performance. O Youtube, assim como um site, pode ser uma ferramenta para alcançar clientes, desde que a publicação indexe na plataforma, conquistando relevância na busca do Google. Mas as chances de obter sucesso na busca são cada vez menores, e mesmo que ocorra pode demorar mais de um ano.
Então ao mesmo tempo que é importante prezar pelas técnicas de SEO (Search Engine Optimization) para site, blog e Youtube, não se deve contar como estratégia primária. Estas mídias apoiam a jornada digital para alcançar pessoas, mas sua função principal é receber leads de campanhas, encantá-los e levá-los para a conversão. Aliás, uma estratégia de SEO precisa do apoio de tráfego patrocinado para gerar tração. São poucas empresas com volume significativo de engajamento para ignorar esta técnica.
Então, para complementar esta estratégia dos vídeos no Youtube, seria necessário utilizar o Facebook Ads (patrocinado) ou Google Vídeo Ads para alcançar e atrair clientes para seu canal do Youtube ou website. Caso tivesse uma base de e-mails própria e de qualidade, também poderia disparar newsletter informando dos novos conteúdos. Em casos mais avançados um fluxo de automação para distribuir os conteúdos conforme perfil de cada visitante.
Resumindo, conhecer a finalidade de cada canal de marketing (mídia) é essencial para criar planos de marketing digital.

Fatores que influenciam na escolha das mídias de alcance

Para realizar uma escolha “mais científica” e “não empírica”, deve-se mapear os fatores que influenciam nos canais mais indicados. A partir disso conseguimos criar um método para escolher as mídias sociais, plataformas ou canais de marketing para as campanhas digitais.
Cada tipo de produto e negócio terá um caminho diferente na jornada de compra do cliente. Isto impacta na estratégia de mídias, públicos, horários, dias, valor de investimento e estratégia de comunicação.
Exemplo: a compra de um carro costuma ter em média 900 interações (fonte: Google). Enquanto a compra de um vinho costuma ter entre 1 a 10 pesquisas. São estratégias muito diferentes, e uma não funciona para a outra.
A estratégia como um todo é impactada por várias combinações e não é possível criar em apenas um conteúdo uma metodologia que aborde todos os fatores. Vamos focar nos itens que impactam na escolha dos canais de marketing:

Experiência do Produto no Mercado

Um dos fatores principais na estratégia de marketing digital é se o produto é disruptivo ou consolidado.
  • Produtos disruptivos são novos conceitos, ideias, tecnologias. Por exemplo, quando surgiram os primeiros celulares com “touch screen”, as primeiras ferramentas de automação de marketing, os primeiros aplicativos como Uber e Ifood, ou o carro elétrico. Por não haver uma demanda latente, é preciso estimular. É preciso agir com ações proativas, para “chegar” até o consumidor, criar desejo, educar e eliminar barreiras. Há poucas buscas diretas ou nenhuma. No caso do carro elétrico há buscas indiretas, pois as pessoas buscam os veículos tradicionais. Mídias de alcance indicadas: redes sociais, rede de display e e-mail marketing.
  • Produtos já consolidados fazem parte do cotidiano das pessoas. É preciso priorizar ações reativas, ou seja, aparecer para quem já tem a intenção de compra. O desafio principal é superar os concorrentes, tanto no alcance quanto na apresentação dos benefícios. O preço e a força da marca são fatores cruciais para a decisão. Mídias de alcance indicadas: rede de pesquisa, comparador de preço, redes sociais, rede de display e e-mail marketing.
Dúvidas? Veja o conceito de canal de alcance, atração, encantamento e conversão.
Outros fatores relevantes de produto
  • Importância do apelo visual.
  • Valor agregado: baixo valor versus alto valor.
  • Recorrência de consumo.

Perfil do Público

Há diversos fatores nos públicos que influenciam na estratégia, alguns são complexos de identificar e definir a importância. Então vamos considerar apenas o perfil de negócio, que é claro e objetivo: B2B ou B2C
  • B2B (Business to Business): negócios entre empresas. Exige ações contínuas, pois o prazo de decisão pode ser longo. Estimular o consumo é importante, porém ser reativo e aparecer no momento de compra é prioridade. Mídias de alcance prioritárias: rede de pesquisa, rede de display, redes sociais e e-mail marketing.
  • B2C (Business to Consumer): empresa para consumidor final. O B2C envolve maior escopo de ações, pois os consumidores finais estão mais espalhados nas mídias digitais. Tem maior capacidade de estimular o consumo, através de mídias pró-ativas como as redes sociais e e-mail marketing. E quando chegar o momento de compra, aparecer nas buscas de forma reativa. Mídias de alcance prioritárias: redes sociais, guias e busca local, comparador de preço, marketplace, rede de pesquisa, e-mail marketing e rede de display.
Importante: caso a empresa atenda os dois públicos, criar estratégias distintas.
Outros fatores relevantes de público
  • Faixa etária.
  • Gênero.
  • Classe social.
  • Novos versus conhecidos.

Modelo comercial

Cada vez é mais comuns as empresas terem estratégias multicanais, ou seja, loja física e e-commerce. Algumas ações vão se complementar, outras exigem estratégias separadas.
  • Venda presencial. Quando a venda é preferencial em lojas físicas, as campanhas têm o objetivo de levar pessoas até o ponto de venda. O SEO (Search Engine Optimization – otimização para mecanismos de busca) assume um papel ainda mais importante, com destaque para as soluções de busca locais, como o Google Meu Negócio. Além de campanhas proativas para despertar o consumo, a presença online no momento da busca é decisiva. Mídias de alcance prioritárias: Google orgânico (SEO), rede de pesquisa e rede social.
  • Venda online (e-commerce ou atendimento remoto). No caso de venda online, seja e-commerce ou por pedido e negociação remota, há a necessidade de atrair e manter o cliente na jornada de compra. Assim, o marketing digital invade em parte (ou toda) a área comercial. Mídias de alcance prioritárias: comparador de preço, marketplace, redes sociais, rede de pesquisa, e-mail marketing e rede de display.
Outros fatores relevantes ao modelo comercial
  • Modelo de assinatura e clubes.
  • Venda direta ou via marketplace.
  • Abrangência: mundial, nacional, regional ou local.

Classificação do orçamento

O orçamento pode ser amplo ou limitado, dependendo do tamanho do público-alvo. É uma relação entre a demanda existente e o orçamento.
Exemplo: R$ 5.000 por mês de orçamento para uma empresa que atua nacionalmente e tem um público de 2 milhões de pessoas é limitado, enquanto este mesmo orçamento para uma empresa local com 30 mil clientes potenciais é amplo.
  • Orçamento limitado. Quando o orçamento é limitado em relação ao tamanho do público-alvo, deve-se priorizar os consumidores que estão no momento de compra. É uma estratégia de curto prazo que funciona, mas com tendência de saturar o consumo. Porém lembre-se que estratégias de curto prazo têm dois efeitos colaterais principais: 1.Não permitem baixar o custo de aquisição ao longo do tempo. 2. Não promove autoridade da marca. Assim, se o mercado for competitivo, resta brigar por preço.
  • Orçamento amplo. Já nos casos de orçamento amplo é possível alcançar mais pessoas e criar uma base para vender mais a médio e longo prazo. Estes leads serão trabalhados até chegarem no momento de compra. A marca será reconhecida e terá autoridade para este público engajado, o que facilitará a decisão de compra a favor da empresa por aspectos técnicos e de confiança. Também é possível utilizar mais mídias para conquistar resultados expressivos.

Maturidade no marketing digital

Os estágios da maturidade digital podem ser classificados como iniciante, visionário, desbravador ou líder. Quando se inicia no marketing digital é necessário trabalhar com públicos segmentados (desconhecidos), pois ainda não existe uma base de remarketing e lista de e-mail captada. Também não se tem a experiência de quais canais de marketing funcionam melhor, qual a proporção adequada de investimento em cada um, e quais tipos de ações ou formato das publicações geram mais engajamento.
O avanço na maturidade do marketing digital promove maior precisão nas ações, para um público maior e mais selecionado. A equipe já sabe o que funciona, e o público principal é formado por seguidores, lista de e-mail e lista de remarketing. Assim é possível reduzir o custo por conversão.
O que define a maturidade é o quanto a empresa já caminhou no mundo digital e a experiência da equipe. De 2 a 4 anos a empresa já pode estar em estágio de visionária ou desbravadora, desde que tenha feito os investimentos corretos. Acima de 4 anos costuma estar em estágio de desbravadora ou até mesmo líder.

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Quer saber mais? Leia O que é Maturidade no Marketing digital.

Como Escolher as Mídias de alcance

A maioria das mídias de alcance são patrocinadas. Uma exceção é o e-mail marketing, porém este canal depende de maturidade digital para ter listas relevantes, e cada vez parecem ser menos efetivas após o surgimento de novos canais mais dinâmicos. O alcance orgânico reforça a estratégia e tem mais força para quem está em estágio avançado de maturidade no marketing digital.
A base da estratégia é criar um mapa entre os fatores listados anteriormente, pontuar as mídias e chegar a uma fórmula que defina os valores a serem investidos. Mas isto requer uma grande massa de dados e experiência, e não há mais como perder este tempo. O marketing digital está cada vez mais competitivo e o tempo da tentativa e erro acabou.

Como funciona o Planejador de Campanhas – Orçamento e Mídia

Com base em alguns dados do seu perfil, algoritmos inteligentes criados por especialistas utilizam milhões de dados reais. É uma combinação de:
  • Tecnologia.
  • Experiência.
  • Dados.
  • Estatística e matemática.
  • Seu perfil.

Quais informações são apresentadas no plano gerado

Baseados nesta combinação de dados, algoritmos encontram as respostas abaixo:
  • Orçamento sugerido.
  • Como seu orçamento disponível está em relação ao sugerido.
  • Previsões de alcance.
  • Quais mídias são indicadas para seu orçamento.
  • Valor indicado para cada mídia.
  • Táticas de marketing digital: performance, marketing de conteúdo, branding, etc.

O que precisa ser informado

Você informa apenas:
  • Perfil do público (B2B ou B2C) Dúvidas? Leia acima perfil do comprador
  • Tamanho do seu público (número de pessoas). Dica: utilize a ferramenta de público do Facebook Ads para simular e descobrir o tamanho do seu público segmentado. Para isso considere região, faixa etária, gênero, ocupação ou formação e interesses.
  • Maturidade digital da sua empresa (iniciante, visionário, desbravador, líder). Dúvidas? Leia acima maturidade digital.
  • Experiência do produto no mercado (disruptivo ou consolidado). Dúvidas? Leia acima experiência do produto no mercado.
  • Modelo comercial (e-commerce ou venda física). Dúvidas? Leia acima modelo comercial.

Como interpretar o plano de campanhas gerado

a) Estratégia de comunicação: anúncio ou conteúdo:
  • Anúncio: propaganda.
  • Conteúdo: texto, vídeo ou infográfico educativo, normalmente publicado em um blog próprio.
Dúvidas? Leia que é estratégia de comunicação no marketing digital.
b) Tipo de segmentação de público (segmentado, remarketing, lista de e-mail):
  • Segmentado: pessoas que tem potencial para comprar seu produto, considerando dados demográficos e interesses. As ferramentas de alcance, como Facebook Ads permitem criar e segmentar pessoas por critérios demográficos e comportamentais.
  • Remarketing: pessoas que visitaram seu site e estão rastreadas em uma mídia de alcance vinculada a ele. Para iniciantes este público costuma ser pouco expressivo.
  • Lista de e-mail: lista própria, captada ao longo do tempo com estratégias de marketing digital. Por isso só indicamos e-mail para empresas em estágio mais avançado de maturidade digital.
c) Táticas de marketing digital:
  • Marketing de performance: fazer anúncios diretos, promover publicações nas redes sociais, rede de display, rede de pesquisa, comparadores de preço, etc.
  • Marketing de conteúdo: educar o público através de textos e vídeos, falando dos seus produtos e serviços. Para ser efetivo é necessário associar ao marketing de performance, para promover os conteúdos.
  • Branding: estratégias para tornar a marca relevante. Na prática, são anúncios com objetivos para longo prazo.
  • Automação de marketing: utilizar ferramenta apropriada e criar fluxos de comunicação para educar e estimular os leads a avançarem na jornada de compra.
d) Facebook Ads: É a ferramenta do Facebook para gestão de anúncios, que abrange os canais Facebook, Instagram, Messenger e Rede de Parceiros. Sugerimos utilizar sempre os posicionamentos para Facebook Feed, Instagram Feed e Stories do Instagram. Os outros posicionamentos devem ser usados com cautela.
e) Google Shopping Ads: Somente quando for e-commerce.

Conclusão

Diversos fatores influenciam na escolha da mídia. Isto não significa que devem ser empregados métodos empíricos para planejar as campanhas. Com o método descrito acima é possível criar um ponto de partida científico. A partir disso, utilize sua experiência ou softwares mais avançados para aprimorar as técnicas de escolha.
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Contra-economia

Contra-Economia é um termo originalmente utilizado por Samuel Edward Konkin III e Neil J. Schulman, ativistas teóricos libertários. Konkin definiu a contra-economia como “o estudo e/ou prática de toda ação humana pacífica que é proibida pelo Estado.” A contra-economia foi integrada na prática agorista de Konkin, para formar o Agorismo uma variante revolucionária do anarquismo de mercado.
Bob Dylan têm uma música que diz: “…para viver fora da lei você precisa ser honesto”, e esta é a essência da contra economia, os contra-economistas podem fazer coisas tecnicamente “incorretas”, talvez não legalmente corretas, mas estão fazendo isso por um propósito individual que em sua concepção é ético.
O conceito de contra-economia também é usado em um sentido distinto, mas indiscutivelmente compatível em referir-se ao abordar a justiça social e a questão da sustentabilidade em um contexto de mercado, apesar de ser um modo mais geral de Anti-establishment, em vez de explicitamente ilegal.
Em ambos os sentidos, pode-se incluir formas não-monetárias de troca, como uma economia de escambo, ou uma economia da dádiva, e o uso de moedas não reguladas como bitcurrency (litecoin, bitcoin, darkcoin etc..), ouro e prata.
As primeiras apresentações da teoria da contra-economia foram feitas por Samuel Konkin III em duas conferências organizadas por J. Neil Schulman, CounterCon I em 1974 e CounterCon II em 1975, ambas realizadas em Cheshire, Connecticut. Outros oradores nestas conferências inclúem Robert LeFevre, Kenneth Kalcheim e Dennis Turner.
O primeiro livro a retratar a contra-economia como uma estratégia para se alcançar uma sociedade libertária foi Alongside Night de Schulman, publicado em 1979.
O agorismo de Konkin, como exposto em seu Novo Manifesto Libertário , postula que o método correto para alcançar uma sociedade anarquista de livre-mercado é através da advocacia e do crescimento da economia subterrânea, ou “mercado negro” — a “contra-economia” como coloca Konkin — até o ponto em que percebe-se que o Estado como autoridade moral e poder total foi tão profundamente minado que a revolução anarquista de mercado e as empresas de segurança podem surgir do subsolo e, finalmente, suprimir governo como uma atividade criminal (com a tributação sendo tratada como roubo, e guerra sendo tratada como genocídio, etc).
“A Contra-Economia é a soma de toda a ação humana não-agressiva que é proibida pelo Estado. […] A Contra-Economia inclui o mercado livre, o mercado negro, a “economia subterrânea”, todos os atos de desobediência civil e social, todos os atos de associações proibidas (sexual, racial, inter-religioso), e todo os resto que o Estado, em qualquer lugar ou tempo, opta por proibir, controlar, regular, tributar, ou tarifar. A Contra-Economia exclui toda a ação aprovada pelo Estado (o “Mercado Branco”) e o Mercado Vermelho (violência e roubo não aprovados pelo Estado).”
A contra-economia também admite a libertação imediata do controle estatal, em qualquer nível prático, mediante a aplicação da lógica empresarial para decidir racionalmente quais as leis que discretamente quebra e quando o faz. O princípio fundamental é o comércio de risco para o lucro, embora “lucro” possa se referir a qualquer ganho de valor percebido, não só ganhos estritamente monetários (como uma conseqüência da teoria do valor subjetivo).
Das práticas de contra-economia incluem-se:
1- Evasão Fiscal;
2- Contrabando;
3- Tráfico de drogas;
4- Agricultura urbana/subsistência;
5- Contratar ou ser contratado com condições e salários dignos imigrantes ilegais;
6- Trocas e uso de moedas alternativas;
7- Tráfico de armas;
Mercado Negro…Cinza e vermelho:
O Agorismo se baseia na prática consciente da contra-economia e uso de mercados negros, portanto e necessário pontuar o que é um mercado negro e o que significa a prática consciente do mesmo.
Mercado Negro:
O Mercado Negro é a parte da economia ativa que envolve transações ilegais, geralmente de compra e venda de mercadorias ou serviços. As mercadorias podem ser por si próprias ilegais (por exemplo armas ou drogas); a mercadoria pode ser roubada; ou pode ser vendida de outra maneira para evitar impostos, pagamentos ou exigências, tais como cigarros ou armas de fogo. É chamado de “economia negra” ou o “mercado negro” porque são conduzidos fora da lei, e assim são conduzidos necessariamente “na obscuridade”, fora da vista do estado regulador. Os mercados negros aparecem quando o Estado coloca limitações na produção ou na provisão dos bens e dos serviços e prosperam quando as limitações do estado são pesadas, como durante um período de proibição, controle de preços ou racionamento, o mercado negro surge para suprir demandas proibidas legalmente pelo estado.
A prática consciente Agorista visa apenas as práticas do Mercado Negro pacificas que não envolva violação de autonomia ou inicio de uma agressão a terceiros e envolvidos direta ou indiretamente, no entanto de uma forma geral o Mercado Negro engloba os mercados cinza e vermelhos que nem sempre estão de acordo com a prática agorista.
Mercado cinza:
Um mercado cinza, ou mercado paralelo, é o comércio de uma mercadoria por meio de canais de distribuição que, embora legais , são não-oficiais , não autorizados, ou não intencionais pelo fabricante original . O tipo mais comum de mercado cinza é a venda de bens importados (trazido por pequenas empresas de importação ou pessoas não autorizadas pelo fabricante) que de outra forma seria mais caro do país estão sendo importados legal com a cobrança de impostos. Um exemplo são drogas que estão sendo importados para as nações mais ricas nas proximidades onde o distribuidor local da droga cobra um preço mais elevado por um produto similar ou equivalente.
Mercados cinzas podem também ser descritos como o comércios de produtos legais obtidos de formas ilegais como por exemplo a venda ou contrabando de obras de artes extraviadas ou produzidas e distribuídas sem a cobrança de tributos.
No entanto o surgimento do termo refere-se aos trabalhadores que são pagos “por baixo dos panos”, sem recolher imposto de renda ou contribuição para tais serviços públicos. É por vezes referido como a economia subterrânea ou “economia paralela”.
Os dois principais tipos de mercados de cinza são as de produtos manufaturados importados que normalmente seriam indisponíveis ou mais caro em um determinado país e ações não emitidos que ainda não são negociados em mercados oficiais. Às vezes, o termo mercado negro é usado para descrever a negociação secreta e não regulamentado (embora muitas vezes tecnicamente legal) de futuros de commodities, como aconteceu com o petróleo bruto em 2008. Isso pode ser considerado um terceiro tipo de “mercado cinza” , uma vez que é legal, mas não regulamentado, e provavelmente não intencional ou explicitamente autorizada pelos produtores de petróleo.
Mercados Cinzas são amplamente descritos e estimulados pelo Agorismo, embora muitas de suas atividades sejam consideradas crime em grande parte do mundo.
Venda de produtos em camelos não regulados pelo estado, ou sem licença são considerados práticas de mercados cinzas e são vistas pelos Agoristas como práticas legitimas em um livre-mercado.
Mercado Vermelho:
Mercados vermelhos são a práticas ilegais que por vezes podem significar serviços que violam a autonomia de uma pessoa ou significam iniciar agressões contra terceiros, os serviços de assassinatos são uma exemplo de mercado vermelho, Agoristas não praticam e se afastam de práticas como esta vendo-as como prática que foje do principio de prática consciente da contra-economia atravez de mercados negros, no entanto não são todos as práticas “vermelhas” que são vistas com aversão por Agoristas, a venda voluntária de orgãos por exemplo, uma vez que uma pessoa escolhe remover e vender voluntariamente orgãos ou até mesmo leite materno para suprir necessidades de outras pessoas não devem ser impedidas, deve ficar atento que venda voluntária de orgãos se dá pela escolha consciente do portador do orgão, o que é bem diferente do roubo ou tráfico de orgãos na qual o paciente é involuntariamente sedado e tem o orgão removido contra sua vontade, resume-se então que práticas vermelhas que envolvem coerção ou violência de qualquer espécie contra outras pessoas é repudiada por agoristas por não ser uma prática consciente da contra-economia e práticas vermelhas pacificas e voluntárias que beneficiara as duas partes ou o receptor mantendo o voluntário indiferente são bem-vindas pelo agorismo.
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Contra-Economia

Contra-Economia é um termo originalmente utilizado por Samuel Edward Konkin III e Neil J. Schulman, ativistas teóricos libertários. Konkin definiu a contra-economia como “o estudo e/ou prática de toda ação humana pacífica que é proibida pelo Estado.” A contra-economia foi integrada na prática agorista de Konkin, para formar o Agorismo uma variante revolucionária do anarquismo de mercado.
Bob Dylan têm uma música que diz: “…para viver fora da lei você precisa ser honesto”, e esta é a essência da contra economia, os contra-economistas podem fazer coisas tecnicamente “incorretas”, talvez não legalmente corretas, mas estão fazendo isso por um propósito individual que em sua concepção é ético.
O conceito de contra-economia também é usado em um sentido distinto, mas indiscutivelmente compatível em referir-se ao abordar a justiça social e a questão da sustentabilidade em um contexto de mercado, apesar de ser um modo mais geral de Anti-establishment, em vez de explicitamente ilegal.
Em ambos os sentidos, pode-se incluir formas não-monetárias de troca, como uma economia de escambo, ou uma economia da dádiva, e o uso de moedas não reguladas como bitcurrency (litecoin, bitcoin, darkcoin etc..), ouro e prata.
As primeiras apresentações da teoria da contra-economia foram feitas por Samuel Konkin III em duas conferências organizadas por J. Neil Schulman, CounterCon I em 1974 e CounterCon II em 1975, ambas realizadas em Cheshire, Connecticut. Outros oradores nestas conferências inclúem Robert LeFevre, Kenneth Kalcheim e Dennis Turner.
O primeiro livro a retratar a contra-economia como uma estratégia para se alcançar uma sociedade libertária foi Alongside Night de Schulman, publicado em 1979.
O agorismo de Konkin, como exposto em seu Novo Manifesto Libertário , postula que o método correto para alcançar uma sociedade anarquista de livre-mercado é através da advocacia e do crescimento da economia subterrânea, ou “mercado negro” — a “contra-economia” como coloca Konkin — até o ponto em que percebe-se que o Estado como autoridade moral e poder total foi tão profundamente minado que a revolução anarquista de mercado e as empresas de segurança podem surgir do subsolo e, finalmente, suprimir governo como uma atividade criminal (com a tributação sendo tratada como roubo, e guerra sendo tratada como genocídio, etc).
“A Contra-Economia é a soma de toda a ação humana não-agressiva que é proibida pelo Estado. […] A Contra-Economia inclui o mercado livre, o mercado negro, a “economia subterrânea”, todos os atos de desobediência civil e social, todos os atos de associações proibidas (sexual, racial, inter-religioso), e todo os resto que o Estado, em qualquer lugar ou tempo, opta por proibir, controlar, regular, tributar, ou tarifar. A Contra-Economia exclui toda a ação aprovada pelo Estado (o “Mercado Branco”) e o Mercado Vermelho (violência e roubo não aprovados pelo Estado).”
A contra-economia também admite a libertação imediata do controle estatal, em qualquer nível prático, mediante a aplicação da lógica empresarial para decidir racionalmente quais as leis que discretamente quebra e quando o faz. O princípio fundamental é o comércio de risco para o lucro, embora “lucro” possa se referir a qualquer ganho de valor percebido, não só ganhos estritamente monetários (como uma conseqüência da teoria do valor subjetivo).
Das práticas de contra-economia incluem-se:
1- Evasão Fiscal;
2- Contrabando;
3- Tráfico de drogas;
4- Agricultura urbana/subsistência;
5- Contratar ou ser contratado com condições e salários dignos imigrantes ilegais;
6- Trocas e uso de moedas alternativas;
7- Tráfico de armas;
Mercado Negro…Cinza e vermelho:
O Agorismo se baseia na prática consciente da contra-economia e uso de mercados negros, portanto e necessário pontuar o que é um mercado negro e o que significa a prática consciente do mesmo.
Mercado Negro:
O Mercado Negro é a parte da economia ativa que envolve transações ilegais, geralmente de compra e venda de mercadorias ou serviços. As mercadorias podem ser por si próprias ilegais (por exemplo armas ou drogas); a mercadoria pode ser roubada; ou pode ser vendida de outra maneira para evitar impostos, pagamentos ou exigências, tais como cigarros ou armas de fogo. É chamado de “economia negra” ou o “mercado negro” porque são conduzidos fora da lei, e assim são conduzidos necessariamente “na obscuridade”, fora da vista do estado regulador. Os mercados negros aparecem quando o Estado coloca limitações na produção ou na provisão dos bens e dos serviços e prosperam quando as limitações do estado são pesadas, como durante um período de proibição, controle de preços ou racionamento, o mercado negro surge para suprir demandas proibidas legalmente pelo estado.
A prática consciente Agorista visa apenas as práticas do Mercado Negro pacificas que não envolva violação de autonomia ou inicio de uma agressão a terceiros e envolvidos direta ou indiretamente, no entanto de uma forma geral o Mercado Negro engloba os mercados cinza e vermelhos que nem sempre estão de acordo com a prática agorista.
Mercado cinza:
Um mercado cinza, ou mercado paralelo, é o comércio de uma mercadoria por meio de canais de distribuição que, embora legais , são não-oficiais , não autorizados, ou não intencionais pelo fabricante original . O tipo mais comum de mercado cinza é a venda de bens importados (trazido por pequenas empresas de importação ou pessoas não autorizadas pelo fabricante) que de outra forma seria mais caro do país estão sendo importados legal com a cobrança de impostos. Um exemplo são drogas que estão sendo importados para as nações mais ricas nas proximidades onde o distribuidor local da droga cobra um preço mais elevado por um produto similar ou equivalente.
Mercados cinzas podem também ser descritos como o comércios de produtos legais obtidos de formas ilegais como por exemplo a venda ou contrabando de obras de artes extraviadas ou produzidas e distribuídas sem a cobrança de tributos.
No entanto o surgimento do termo refere-se aos trabalhadores que são pagos “por baixo dos panos”, sem recolher imposto de renda ou contribuição para tais serviços públicos. É por vezes referido como a economia subterrânea ou “economia paralela”.
Os dois principais tipos de mercados de cinza são as de produtos manufaturados importados que normalmente seriam indisponíveis ou mais caro em um determinado país e ações não emitidos que ainda não são negociados em mercados oficiais. Às vezes, o termo mercado negro é usado para descrever a negociação secreta e não regulamentado (embora muitas vezes tecnicamente legal) de futuros de commodities, como aconteceu com o petróleo bruto em 2008. Isso pode ser considerado um terceiro tipo de “mercado cinza” , uma vez que é legal, mas não regulamentado, e provavelmente não intencional ou explicitamente autorizada pelos produtores de petróleo.
Mercados Cinzas são amplamente descritos e estimulados pelo Agorismo, embora muitas de suas atividades sejam consideradas crime em grande parte do mundo.
Venda de produtos em camelos não regulados pelo estado, ou sem licença são considerados práticas de mercados cinzas e são vistas pelos Agoristas como práticas legitimas em um livre-mercado.
Mercado Vermelho:
Mercados vermelhos são a práticas ilegais que por vezes podem significar serviços que violam a autonomia de uma pessoa ou significam iniciar agressões contra terceiros, os serviços de assassinatos são uma exemplo de mercado vermelho, Agoristas não praticam e se afastam de práticas como esta vendo-as como prática que foje do principio de prática consciente da contra-economia atravez de mercados negros, no entanto não são todos as práticas “vermelhas” que são vistas com aversão por Agoristas, a venda voluntária de orgãos por exemplo, uma vez que uma pessoa escolhe remover e vender voluntariamente orgãos ou até mesmo leite materno para suprir necessidades de outras pessoas não devem ser impedidas, deve ficar atento que venda voluntária de orgãos se dá pela escolha consciente do portador do orgão, o que é bem diferente do roubo ou tráfico de orgãos na qual o paciente é involuntariamente sedado e tem o orgão removido contra sua vontade, resume-se então que práticas vermelhas que envolvem coerção ou violência de qualquer espécie contra outras pessoas é repudiada por agoristas por não ser uma prática consciente da contra-economia e práticas vermelhas pacificas e voluntárias que beneficiara as duas partes ou o receptor mantendo o voluntário indiferente são bem-vindas pelo agorismo.
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Rodrigo Maia é dono de escritório usado pelos grupos Odebrecht e BTG Pactual

Rodrigo Maia é dono de escritório usado pelos grupos Odebrecht e BTG Pactual
by Breno Costa via The Intercept
URL: http://ift.tt/2tGC88s
Primeiro da fila para ocupar a Presidência da República caso Michel Temer tenha de deixar o cargo, o deputado e presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), é dono de um escritório que foi usado por cerca de quatro anos pela Odebrecht e, atualmente, é ocupado por uma empresa do banco BTG Pactual. O aluguel de uma sala semelhante, em valores atuais de mercado, é de cerca de R$ 15 mil mensais. Ambas as empresas ganharam destaque nas páginas político-policiais nos últimos anos, na esteira de uma profunda e bilionária relação com o poder público.
Nas planilhas de controle da distribuição de propinas da Odebrecht, Maia recebeu o codinome “Botafogo”. Uma referência, em tese, ao time pelo qual torce. Por coincidência, o mesmo nome do bairro da Zona Sul do Rio onde fica a sala que serviu de base para uma filial da Odebrecht. A sala 901 tem cerca de 300 m², está bem conservada e fica no penúltimo andar de um prédio comercial antigo de Botafogo, o Edifício Santo Eugênio, na Rua Voluntários da Pátria, uma das mais movimentadas da cidade.
Pai de Rodrigo e seu “criador” político, o ex-prefeito do Rio e atual vereador Cesar Maia (DEM) manteve registrada ali, nos anos 1990, a empresa Factóides & Factóides Promoções e Marketing, em sociedade com a mãe e uma irmã de Rodrigo. Na época, contudo, a sala ainda não pertencia à família, mas a Ivan Galindo, assessor de confiança de Cesar. O ex-prefeito e sua mulher a compraram em outubro de 2002, conforme certidão do registro do imóvel.
Em julho de 2004, a Construtora Norberto Odebrecht S/A, com sede na Praia de Botafogo, registrou uma nova filial na Receita Federal. O endereço cadastrado foi a sala comercial de propriedade de Cesar Maia, na época prefeito do Rio de Janeiro. Maia, o pai, também tinha apelidos especiais na planilha secreta da Odebrecht, divulgada este ano: “déspota” ou “inca”. O filho é investigado em dois inquéritos da Lava Jato por suspeita de caixa dois e lavagem de dinheiro. Em um deles, ex-executivos e diretores da Odebrecht afirmam que o deputado recebeu R$ 100 mil da empreiteira, em outubro de 2013, para ajudar na aprovação da Medida Provisória 613, que atendia a interesses tributários de uma das empresas do grupo Odebrecht, a Braskem. Em outro, é investigado por receber ilegalmente da empreiteira R$ 350 mil em 2008, supostamente para financiar campanhas eleitorais de candidatos do DEM no Rio de Janeiro.
A Odebrecht já registrou mais de 400 filiais em todo o país, conforme registros da Receita Federal. Invariavelmente, a criação de novos registros está associada a novas obras tocadas pela empreiteira. Na maioria dos casos, embora não seja uma obrigação legal, a obra em questão vem discriminada no registro da Receita, como o “nome fantasia” da filial. No caso da unidade aberta em Botafogo, que ficava a 1,1 km do endereço da então sede da empresa, não houve essa especificação.
A empresa já havia obtido, em 2003, uma obra de grande porte junto à administração de Cesar Maia: a reforma da Avenida Brasil, ao custo de R$ 32 milhões. Mas a construtora tinha um interesse especial, como tantas outras grandes empreiteiras, pelas obras dos Jogos Pan-Americanos de 2007. A prefeitura do Rio, comandada por Maia, era responsável por parte dessas obras. A principal delas era a construção do Estádio Olímpico João Havelange, o Engenhão.
No início de 2005, a Odebrecht levou um contrato de R$ 144 milhões (após aditivos) com a prefeitura para tocar a segunda fase de obras no estádio. O contrato foi assinado em 4 de março daquele ano. Um dia antes, a filial da Odebrecht instalada no escritório dos Maia obteve sua Inscrição Municipal, condição necessária para a prestação de serviços.
Na época da assinatura do contrato, Cesar Maia esbanjava confiança política, a ponto de se colocar como pré-candidato a presidente da República pelo extinto PFL (atual DEM). Chegou a fazer uma caravana pelo país para se tornar mais conhecido.
O ex-prefeito Cesar Maia em campanha eleitoral no Rio em 2000Menos de dois meses depois da assinatura do contrato com a Odebrecht para as obras do Engenhão, Cesar Maia doou a sala comercial mantida em Botafogo para o filho, o deputado federal Rodrigo Maia, àquela altura ainda sem uma bagagem política relevante. A doação foi registrada, com assinatura de Rodrigo, em 27 de maio de 2005. Naquele momento, a Odebrecht era a inquilina da família Maia.
A sala comercial é a única no patrimônio de Rodrigo, segundo declaração apresentada à Justiça Eleitoral. Ele tem apenas outros dois imóveis: dois apartamentos no Rio de Janeiro, também passados a ele pelo pai, como doação. Um deles é onde vive com a mulher e os filhos.
Qualquer aluguel da sala deveria ser pago para Cesar Maia, o prefeito do Rio de Janeiro. Isso porque o pai, como doador, reservou para si o usufruto do imóvel – o que, juridicamente, significa que o aluguel deve ir para ele, e não para Rodrigo.
Mas a relação entre pai e filho sempre foi extremamente próxima. Não à toa, na última campanha eleitoral para a Câmara, em 2014, Rodrigo recebeu R$ 284 mil em doações do pai seu maiordoador.
O lobby do setor elétricoNos registros da Receita Federal e nos dados da Inscrição Municipal da Odebrecht, a filial da empresa segue ativa e ainda com a sala de Rodrigo Maia como endereço oficial. No entanto, a Odebrecht deixou de ocupar efetivamente o prédio há quase dez anos.
Outras filiais abertas pela Odebrecht desde 2004 também já fecharam suas portas e deram baixa na Receita, inclusive no Rio de Janeiro. Essa filial em específico, a de número 0070, segue ativa no papel. A empresa-mãe, por exemplo, já atualizou seu endereço, alterando sua sede para o suntuoso prédio espelhado construído pela empresa na revitalizada zona portuária do Rio de Janeiro antes do estouro da crise da Lava Jato.
A nova sede da Odebrecht fica na Região Portuária do Rio, uma das áreas que mais foram valorizadas nos últimos anos.
Foto: Luciola Villela/ Divulgação Prefeitura do Rio
Hoje, a empresa que ocupa a sala 901 do Edifício Santo Eugênio é a Tropicália Transmissora de Energia S.A. É a caçula entre um grupo de empresas do ramo energético que tem um fundo de investimentos gerido pelo BTG Pactual como controlador.
A atual inquilina dos Maia nasceu em maio de 2016, com um nome nada brasileiro: Holbaeck Empreendimentos e Participações. Sua sede era em São Paulo. Em fevereiro deste ano, recebeu uma injeção de R$ 15 milhões via três fundos controlados pelo BTG . Dias antes, em 10 de fevereiro, havia obtido seu primeiro contrato de concessão junto à Aneel: autorização para instalar uma linha de transmissão na Bahia, ao custo de cerca de R$ 370 milhões. Na sequência, em 4 de abril, a sede foi transferida para a sala de Rodrigo Maia.
Quatro andares abaixo dela funciona a empresa “irmã” Termelétrica Viana S.A. (a Tevisa). As ligações para o telefone da Tropicália registrado na Receita Federal caem, na verdade, na sala da Tevisa. Quando se pergunta pela Tropicália, a ligação é transferida diretamente, via ramal, para a secretária da nova aposta do BTG Pactual no setor elétrico.
O presidente do Conselho de Administração da Tevisa e sócio do BTG Pactual é Oderval Esteves Duarte Filho. Eleé um dos vice-presidentes da associação de lobby do setor energético, a Abraceel (Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia). Até março deste ano, Oderval era o presidente da entidade, posto ocupado desde março de 2013.
Na mesma sala da Tevisa também está registrada outra companhia do BTG, a Linhares Brasil Energia Participações S.A. Um andar acima, outra empresa controlada pelo banco: a Integração Transmissora de Energia (Intesa). Essa empresa especificamente investiu R$ 520 milhões para construir mais de 600 km de linhas de transmissão de energia elétrica entre Tocantins e Goiás.
O setor elétrico está prestes a passar, após muito lobby, pela mais promissora reforma regulatória em décadas – do ponto de vista das empresas do ramo. Rodrigo Maia, tanto na posição de presidente da Câmara, como de eventualmente presidente da República, terá papel decisivo nessa discussão. A minuta da alteração do marco legal do setor foi colocada para consulta pública, pelo governo federal, no último dia 5 de julho. Entre os pontos em discussão está a “possibilidade de redução de custos de transação na transmissão”. Quando a consulta pública for encerrada, o texto seguirá para a Câmara, possivelmente em forma de medida provisória.
Abafa em CPI e palestra para executivos do BTG PactualO BTG Pactual chegou a ficar no olho do furacão da Lava Jato quando seu então acionista controlador, André Esteves, foi preso pela Polícia Federal em novembro de 2015 ao supostamente participar da operação de compra do silêncio do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró. Outras relações do banco com a Petrobras ainda são objeto de investigação na Lava Jato. Depois da prisão, parte dos deputados iniciou uma articulação para criar uma CPI para investigar o banco. As assinaturas necessárias para a criação da comissão foram obtidas.
Mas em julho de 2016, logo antes de Rodrigo Maia assumir a presidência da Câmara, o então presidente-tampão, Waldir Maranhão, decidiu pelo arquivamento do pedido de criação da CPI, alegando uma falha formal na coleta de assinaturas. Desde então, um recurso apresentado pelo deputado responsável pelo pedido de criação da CPI está parado, aguardando análise pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia. A decisão de Maia em não promover o desarquivamento foi política, já que o recurso não chegou a ser examinado. Em fevereiro deste ano, o deputado foi um dos convidados para palestrar a executivos do BTG Pactual em conferência realizada pelo banco em São Paulo.
A fila andaComo presidente da Câmara dos Deputados, Maia comandará, na próxima quarta-feira (2), a sessão que poderá dar um passo decisivo para sua ascensão à Presidência da República. A Câmara votará a autorização para que o STF analise a denúncia que a Procuradoria-Geral da República ofereceu contra o presidente Michel Temer. Nos últimos dias, ele tem procurado desfazer, junto a Temer, rumores de que tem atuado cada vez mais diretamente para, de fato, jogar o atual presidente aos leões e assumir o Palácio do Planalto.
A denúncia de corrupção passiva contra Temer é apenas a primeira de uma série de três acusações, baseadas na delação do grupo JBS, que o procurador-geral Rodrigo Janot deverá apresentar antes de deixar o cargo, em setembro. A opção por dividir as denúncias amplifica o potencial de minar a sustentação política que mantém Temer no cargo e maximiza o desgaste do peemedebista – que deverá se articular seguidamente, e mediante constante concessão de benesses em tempos de penúria econômica, para barrar uma derrota no plenário da Câmara.
Mesmo que Temer sobreviva às acusações de crimes praticados por ele no exercício do cargo, e Rodrigo Maia permaneça como presidente da Câmara, a posição do deputado continua sendo altamente estratégica tanto para a Odebrecht quanto para o BTG Pactual.
Caso fosse presidente da República, Maia estaria sujeito à Lei de Conflito de Interesses, de 2013, que se aplica a cargos no Poder Executivo. A lei não fala explicitamente sobre relações patrimoniais, mas um de seus artigos deixa claro que configura conflito de interesses a “manutenção de relação de negócio com pessoa física ou jurídica que tenha interesse em decisão do agente público ou de colegiado do qual este participe”.
O Código de Ética da Câmara aborda tangencialmente essa questão. Um dos artigos estabelece como obrigação do parlamentar apresentar declaração de impedimento para votar sempre que houver, em comissões ou em plenário, “apreciação de matéria que envolva direta e especificamente seus interesses patrimoniais”.
“A Odebrecht não vai se manifestar”Procurados para comentar o uso da sala em Botafogo, tanto Rodrigo quanto Cesar Maia disseram não ter conhecimento sobre nada relativo ao imóvel – a única sala comercial de propriedade da família. The Intercept Brasil pediu uma cópia dos contratos de aluguel, mas eles disseram não possuir cópias dos documentos e afirmam que todos os negócios envolvendo a sala são feitos por uma administradora de imóveis do Rio.
A assessoria de Rodrigo afirmou que “não tratou de nenhuma negociação de aluguel e que não foi procurado por ninguém”. Cesar Maia disse que passou a representação do imóvel para um escritório de advocacia e que, logo em seguida, a Odebrecht alugou a sala e ficou lá até “meados de 2008”. “Os aluguéis eram pagos aos escritórios que descontavam a comissão de contrato e transferiam a nossa conta”.
The Intercept Brasil enviou diversas a Cesar e Rodrigo para que esclarecessem o uso do imóvel. A maior parte ficou sem resposta, apesar de insistência. Entre elas:
O BTG Pactual disse que não comentaria o caso, já que a Tropicália tem administração própria. O banco indicou o CEO da transmissora de energia elétrica, Marcelo Pedreira de Oliveira, para responder às questões da reportagem. Marcelo, por e-mail, escreveu que a locação “foi realizada por meio de uma administradora de imóveis, com valores de mercado e seguindo todos os trâmites legais”. TIB também perguntou a ele sobre cópia do contrato de aluguel e valor acertado, e se tinha ciência de que a sala pertence a Rodrigo Maia, mas essas informações não foram fornecidas. Sobre a instalação da Tropicália naquela sala em específico, Marcelo justificou com o fato de que outras empresas de energia do fundo do BTG já estavam instaladas no mesmo edifício.
A Odebrecht foi acionada para comentar o caso e apresentar esclarecimentos sobre o uso da sala de Rodrigo Maia na terça-feira, dia 25, pela manhã. Estas foram as perguntas enviadas para a empresa:
– A Odebrecht pagou aluguel para usar a sala? Em caso positivo:
– Em que mês e ano a Odebrecht deixou de usar a sala?
– Onde funciona hoje a filial 0070 da Odebrecht? Por que ela mantém o endereço antigo?
– A que se destina a filial 0070 da Odebrecht?
– Por que a unidade foi registrada naquele endereço específico?
– No período em que esteve na sala, a Odebrecht realizou alguma benfeitoria no imóvel? Qual(is)??
– Quando a empresa viu que o proprietário do imóvel era o então prefeito do Rio, Cesar Maia, não avaliou que poderia haver conflito de interesses?
Depois de contatos e pedidos de extensão de prazo para poder analisar melhor o caso, a empresa enviou uma nota sucinta na noite de quarta (26): “A Odebrecht não vai se manifestar”.
Foto: Rodrigo Maia no evento “Reforma Política Já!, realizado na Fiesp, em São Paulo, em junho de 2017. Suamy Beydoun/Agif/Folhapress
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4 – Estude a sua negociação antes. Você vai refazer seu orçamento para saber qual é um bom acordo para você, correto? No entanto, como saber qual é o melhor acordo para você? Então, aqui entra outro dos passos para negociar a dívida ativa de MEI: estudar e simular os contratos. Dependendo da sua dívida dá para fazer isso. Na impossibilidade dos serviços de transmissão de ordens à ATIVA, por qualquer conexão automatizada ou plataforma de negociação, o CLIENTE poderá entrar em contato diretamente com a Central de Atendimento da Corretora, para transmitir suas ordens, sem qualquer custo adicional. CNPJ: 33.775.974/0001-04 Negociação com até 70% de redução para Dívida Ativa Confira as condições especiais de negociação divulgadas pela União Mais de 1 milhão de devedores poderão renegociar suas dívidas com a União até 28 de fevereiro de 2020 A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) publicou Edital notificando a quem possui dívida ativa da União sobre a […] O presidente sancionou a Lei Complementar nº 174, de 5 de agosto de 2020, a qual permite as micros (ME’s) e pequenas empresas (EPP’s), optantes pelo Simples Nacional, o poder de renegociar dívida ativa de débitos tributários inscritos, em fase administrativa ou judicial.. Atendendo à Lei Federal nº 13.988 de 2020, que trata da permissão de negociação da dívida tributária ... Emrpesa de cobrança especializada em recuperação de créditos e telemarketing. Atualmente em Belém/PA, atuando no mercado em todo o País desde 2002 a empresa ATIVA COBRANÇA LTDA consolidou-se na área da cobrança e ampliando sua atuação para atender de forma completa as necessidades de nossos clientes.

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